Os dois mandamentos de caridade
1. Amarás o Senhor teu Deus, com todo o teu coração, com toda a tua alma e com toda a tua mente.
2. Amarás ao próximo como a ti mesmo
A regra de ouro (Mt 7, 12)
Tudo quanto quiserdes que os homens vos façam, fazei-lho vós também.
As três virtudes teologais
1. Fé
2. Esperança
3. Caridade
As quatro virtudes cardeais
1. Prudência
2. Justiça
3. Fortaleza
4. Temperança
Os quatro novíssimos
1. Morte
2. Juízo
3. Inferno
4. Paraíso
Doutrina Católica
Cristo é o verdadeiro Senhor do mundo
Palavras do Papa Bento XVI em audiência geral no dia 14/01/2009"Num mundo cheio de medos, quem está com Cristo não teme nada nem ninguém, porque Ele é o verdadeiro Senhor do mundo e, se estamos unidos a Cristo, não precisamos temer inimigos ou adversidades”
O Papa acrescentou ainda: "para o mundo pagão esta revelação de São Paulo constituía uma libertação. Também os pagãos de hoje veem o mundo cheio de poderes perigosos, mas quem está com Cristo não teme nada nem ninguém, concluiu o Papa, exortando: “Num mundo cheio de medos, também nós, cristãos havemos de aprender que Cristo, para além de toda e qualquer dominação, é o verdadeiro Senhor do mundo”.
Catedral da Sé mantém tradição e reúne 1.200 pessoas em Missa do Galo
Local mantém celebração da missa a partir da meia-noite. Antes da liturgia, o grupo Arautos do Evangelho se apresentou. - G1 Notícias
Cerca de 1.200 pessoas participaram da Missa do Galo na Catedral da Sé, na região central de São Paulo, na noite desta quarta-feira (24). A estimativa foi feita pela administração da catedral que, ao contrário da maior parte das paróquias da capital paulista, mantém a tradição de realizar a cerimônia a partir da meia-noite. “Esta missa é a que abre, para nós católicos, o Natal. Há um significado muito profundo em ela ser realizada nesse horário e à noite. Porque é do escuro e do silêncio que emerge o brilho divino e Deus nos fala”, afirmou o bispo auxiliar de São Paulo dom Pedro Luiz Stringhini, que esteve presente à cerimônia celebrada pelo arcebispo de São Paulo, cardeal dom Odilo Scherer.
Antes do início da celebração, a igreja já havia sido tomada pelos fiéis que chegaram uma hora antes ao local para assistir ao concerto do grupo “Arautos do Evangelho”. O grupo, formado por 75 integrantes de 14 nacionalidades – entre elas Espanha, Inglaterra, Itália e Portugal – fez uma apresentação de cerca de 40 minutos com um repertório de dez canções natalinas, entre músicas sacras e populares. “A primeira música de Natal foi entoada pela virgem Maria para ninar o menino Jesus em seus braços”, falou um integrante do grupo antes de dar início ao concerto.
Ao longo da missa, integrantes do grupo também cantaram as canções da celebração. Os Arautos se apresentam na catedral durante a Missa do Galo desde o tempo em que o arcebispado de São Paulo era comandado pelo cardeal dom Claudio Hummes (1998-2006). “A boa música, bem executada, também é um caminho para Deus”, disse Stringhini. A dona de casa, Letícia Cabral, que assistiu à apresentação do grupo, concordou com a afirmação do bispo auxiliar. “Fiquei muito emocionada. Deu até vontade de chorar. Eles cantam tão bem que até parecem anjos. Parece que a gente está meio que no céu, sei lá”, disse ela que afirma ter ido nesta quarta pelo quinto ano consecutivo à celebração da véspera do Natal na Catedral da Sé. A Missa do Galo na Catedral da Sé começou pontualmente à meia-noite. Além de fiéis, a celebração reuniu diversos sacerdotes.
Ordenação Presbiteral e Diaconal de novos Sacerdotes Arautos ao vivo pela EWTN
EWTN NORTE AMERICA
USA (english), CANADA (english), USA Y CANADA (español):
Sábado 20 de dezembro:
12h00 New York, Miami, Toronto, Montreal.
11h00 Houston, New Orleans.
9h00 Los Angeles.
*equivale a 17h00 GMT (Greenwich Meridian Time)
Repetição (noite de sábado, dia 20, para domingo, dia 21)
24h00 New York, Miami, Toronto, Montreal.
23h00 Houston, New Orleans.
21h00 Los Angeles.
EWTN ESPANHOL INTERNACIONAL
Sábado 20 de dezembro:
11h00 México, Guatemala, El Salvador.
12h00 Bogotá, Lima, Quito.
13h00 La Paz.
14h00 Santiago.
15h00 Buenos Aires, São Paulo.
Repetição
24h00 México, Guatemala, El Salvador.
1h00 Bogotá, Lima, Quito.
2h00 Santiago.
3h00 São Paulo.
Podem assistir no Brasil assinantes do pacote total da Telefônica ou na EWTN Internacional pelo web site:
http://www.ewtn.com/SPANISH/index.asp
EWTN EUROPE ENGLISH
18h00 e 23h00 Horário de Londres
EWTN EUROPE INTERNATIONAL
22h00 Lisboa.
23h00 Roma, Paris, Madrid.
EWTN AFRICA E SOUTH ASIA
21h00 e 03h00 GMT PAC RIM - DOMINGO,
7h00 (Domingo, 21) 16h00 (repetição) Sydney
4h00 (Domingo, 21) 13h00 (repetição) Manila, Taipei.
Nossa Senhora de Guadalupe
Em 1531, a Santíssima Virgem, apareceu na Colina Tepejac, México, ao neófito Juan Diego, piedoso e inculto indígena, e comunicou-lhe seu desejo de ele se dirigir ao bispo com o pedido de, naquele local, construir uma igreja. O Bispo, Dom João de Zumárraga prometeu sujeitar o ocorrido a um meticuloso exame, e retardou bastante a resposta definitiva. Pela segunda vez, a Santíssima Virgem apareceu a Juan Diego, renovando, e desta vez com insistência, o seu pedido anteriormente feito. Aflito e entre lágrimas o pobre homem novamente se apresentou ao prelado e suplicou, fosse atendida a insinuação da Mãe de Deus. Exigiu então o bispo que, como prova da veracidade do seu acerto, trouxesse um sinal convincente. Pela terceira vez a Santíssima Virgem se comunicou a Juan Diego, não mais na colina de Tepejac, mas no meio do caminho à Capital, aonde este se dirigia à procura de um sacerdote para ir junto à cabeceira de seu tio, prestes a morrer. Isto foi num inverno e num lugar inóspito e árido. Maria Santíssima assegurou-o do restabelecimento do enfermo. Juan Diego, em atitude de profunda devoção, estendeu aos pés da Santíssima Virgem seu manto, e este, imediatamente se encheu de belíssimas rosas. “É este o sinal - disse-lhe Maria Santíssima - que darei a quem tal pediu. Leva estas rosas ao Sr. Bispo”. A ordem foi cumprida e, no momento em que o piedoso índio espalhou as flores diante do prelado, apareceu sobre o tecido do manto, uma linda pintura de Nossa Senhora, reprodução fiel da primeira aparição na colina de Tepejac. O fato causou grande estupefação, e às centenas acorreram os fiéis ao palácio episcopal, e mais tarde em triunfo levada à grandiosa igreja que se construiu na colina indicada pela Santíssima Virgem.Desde então, Guadalupe é o grande santuário nacional do México, visitado continuamente pelas multidões de fiéis, que a Maria Santíssima recorrem em todas as suas necessidades. A devoção a Nossa Senhora de Guadalupe se estendeu sobre toda a América Latina, e numerosas são as igrejas que trazem o seu nome.
A partir daí, a evangelização do México tornou-se avassaladora, sendo destruídos os últimos resquícios da bárbara superstição dos astecas, que escravizavam outros povos e sacrificavam seus próprios filhos em rituais sangrentos.
O manto de Juan Diego é ainda hoje venerado no Santuário de Nossa Senhora de Guadalupe. Em 1979 o Papa João Paulo II consagrou solenemente a Nossa Senhora de Guadalupe para toda a América Latina. A santa é muito invocada entre aqueles que sofrem doenças nos olhos.
Fonte: http://www.cot.org.br/igreja/ns-guadalupe.php
Mistérios no olhar de Nossa Senhora de Guadalupe segundo a ciência
Talvez o que mais intriga os cientistas sobre o manto de Nossa Senhora de Guadalupe são os olhos dela. Com efeito, desde que em 1929 o fotógrafo Alfonso Marcué Gonzalez descobriu uma figura minúscula no olho direito, não cessam de aparecer as surpresas.
Os olhos da imagem são muito pequenos, e as pupilas deles, naturalmente ainda menores. Nessa superfície de apenas 8 milímetros de diâmetro aparecem nada menos de 13 figuras!
José Aste Tonsmann, engenheiro de sistemas da Universidade de Cornell e especialista da IBM no processamento digital de imagens, dá três motivos pelos quais essas imagens não podem ser obra humana:
• Primeiro, porque elas não são visíveis para o olho humano, salvo a figura maior, de um espanhol. Ninguém poderia pintar silhuetas tão pequenas;
• Em segundo lugar, não se consegue averiguar quais materiais foram utilizados para formar as figuras. Toda a imagem da Virgem não está pintada, e ninguém sabe como foi estampada no manto de Juan Diego;
• Em terceiro lugar, as treze figuras se repetem nos dois olhos. E o tamanho de cada uma delas depende da distância do personagem em relação ao olho esquerdo ou direito da Virgem.
Esse engenheiro ficou seriamente comovido ao descobrir que, assim como os olhos da Virgem refletem as pessoas diante dela, os olhos de uma das figuras refletidas, a do bispo Zumárraga, refletem por sua vez a figura do índio Juan Diego abrindo sua tilma e mostrando a imagem da Virgem.
Fonte: http://pt.gloria.tv/?video=ftb6jofddwjrpodr1ymu&view=flash
Em breve... novo site oficial Arautos do Evangelho

São Martinho de Tours
Senhor, se o vosso povo precisa de mim, não vou fugir do trabalho. Seja feita a vossa vontade, dizia Martinho, bispo de Tours, aos oitenta e um anos de idade.Ele despertou para a fé quando ainda menino e depois, mesmo soldado da cavalaria do exército romano, jamais abandonou os ensinamentos de Cristo. A sua vida foi uma verdadeira cruzada contra os pagãos e em favor do cristianismo. Quatro mil igrejas dedicadas a ele na França, e o seu nome dado a milhares de localidades, povoados e vilas; como em toda a Europa, nas Américas. Enfim, em todos os países do mundo.
Martinho nasceu na Hungria, antiga Panônia, por volta do ano 316, e pertencia a uma família pagã. Seu pai era comandante do exército romano. Por curiosidade começou a freqüentar uma Igreja cristã, ainda criança, sendo instruído na doutrina cristã, porém sem receber o batismo. Ao atingir a adolescência, para tê-lo mais à sua volta, seu pai o alistou na cavalaria do exército imperial. Mas se o intuito do pai era afastá-lo da Igreja, o resultado foi inverso, pois Martinho continuava praticando os ensinamentos cristãos, principalmente a caridade. Depois, foi destinado a prestar serviço na Gália, atual França.
Foi nessa época que ocorreu o famoso episódio do manto. Um dia, um mendigo que tiritava de frio pediu-lhe esmola e, como não tinha, o cavalariano cortou seu próprio manto com a espada, dando metade ao pedinte. Durante a noite, o próprio Jesus apareceu-lhe em sonho usando o pedaço de manta que dera ao mendigo e agradeceu a Martinho por tê-lo aquecido no frio. Dessa noite em diante, ele decidiu que deixaria as fileiras militares para dedicar-se à religião.
Com vinte e dois anos, já estava batizado, provavelmente pelo bispo de Amiens, afastado da vida da Corte e do exército. Tornou-se monge e discípulo do famoso bispo de Poitiers, santo Hilário, que o ordenou diácono. Mais tarde, quando voltou do exílio, em 360, doou a Martinho um terreno em Ligugé, a doze quilômetros de Poitiers. Lá, Martinho fundou uma comunidade de monges. Mas logo eram tantos jovens religiosos que buscavam sua orientação que Martinho construiu o primeiro mosteiro da França e da Europa ocidental.
No Ocidente, ao contrário do Oriente, os monges podiam exercer o sacerdócio para que se tornassem apóstolos na evangelização. Martinho liderou, então, a conversão de muitos e muitos habitantes da região rural. Com seus monges, ele visitava as aldeias pagãs, pregava o Evangelho, derrubava templos e ídolos e construía igrejas. Onde encontrava resistência, fundava um mosteiro. Com os monges evangelizando pelo exemplo da caridade cristã, logo todo o povo se convertia. Dizem os escritos que, nessa época, havia recebido dons místicos, operando muitos prodígios em beneficio dos pobres e doentes que tanto amparava.
Quando ficou vaga a diocese de Tours, em 371, o povo aclamou-o, unanimemente, para ser o bispo. Martinho aceitou, apesar de resistir no início. Mas não abandonou sua peregrinação apostólica: visitava todas as paróquias, zelava pelo culto e não desistiu de converter pagãos e exercer exemplarmente a caridade. Nas proximidades da cidade, fundou outro mosteiro, chamado de Marmoutier. E sua influência não se limitou a Tours, tendo se expandido por toda a França, tornando-o querido e amado por todo o povo.
Martinho exerceu o bispado por vinte e cinco anos. Morreu, aos oitenta e um anos, na cidade de Candes, no dia 8 de novembro de 397. Sua festa é comemorada no dia 11, data em que foi sepultado na cidade de Tours.
Venerado como são Martinho de Tours, ele se tornou o primeiro santo não-mártir a receber culto oficial da Igreja e também um dos santos mais populares da Europa medieval.
Recomeçar sempre!
Não desista nunca,
Nem quando o cansaço se fizer sentir,
Nem quando os teus pés tropeçarem,
Nem quando os teus olhos arderem,
Nem quando os teus esforços forem ignorados,
Nem quando a desilusão te abater,
Nem quando o erro te desencorajar,
Nem quando a traição te ferir,
Nem quando o sucesso te abandonar,
Nem quando a ingratidão te desconsertar,
Nem quando a incompreensão te rodear,
Nem quando a fadiga te prostrar,
Nem quando tudo tenha o aspecto do nada,
Nem quando o peso do pecado te esmagar…
Invoque Deus, cerre os punhos, sorria… E recomece!
São Leão Magno
São Carlos Borromeu
A obra de Santo Borromeu, um dos santos mais importantes e mais queridos da Igreja, poderia ser resumida em duas palavras: dedicação e trabalho. Mas para fazer justiça, como ele sempre pregou, temos que acrescentar mais uma, sem dúvida a mais importante: humildade. Oriundo da nobreza, Carlos Borromeu utilizou a inteligência notável, a cultura e o acesso às altas elites de Roma para posicionar-se à frente, ao lado e até abaixo dos pobres, doentes e, principalmente, das crianças.Nasceu no castelo da família em Arona, próximo de Milão, a 02 de outubro de 1538. O pai era o conde Gilberto Borromeu e a mãe era Margarida de Médicis, a mesma casa da nobreza de grande influência na sociedade e na Igreja. Carlos era o segundo filho do casal, e aos doze anos a família o entregou para servir à Deus, como era hábito na época. Com vocação religiosa acentuada, penitente, piedoso e caridoso como os pobres.
Levou a sério os estudos diplomando-se em Direito Canônico, aos vinte e um anos de idade. Um ano depois fundou uma Academia para estudos religiosos, com total aprovação de Roma. Sobrinho de Pio IV, aos vinte e quatro anos já era sacerdote e Bispo de Milão. Na sua breve trajetória, deixou-se guiar apenas pela fé, atuando tanto na burocracia interna da Igreja quanto na evangelização, sem fazer distinção para uma ou para a outra. Talvez tenha sido o primeiro secretário de estado no sentido moderno da expressão. Formado pela universidade de Pávia, liderou uma reforma radical na organização administrativa da Igreja, que naquele período era alicerçada no nepotismo, abusos de influencias e sintomas graves de corrupção e decadência moral.Para isso, conquistou a colaboração de instituições, das escolas, dos jesuítas, dos capuchinhos e de muitos outros. Foi um dos maiores fundadores que a Igreja possuiu. Criou seminários e vários institutos de utilidade pública para dar atendimento e abrigo aos pobres e doentes, o que lhe proporcionou o título de "pai dos pobres". Orientou muitas ordens e algumas que surgiram depois de sua morte o escolheram para padroeiro, dando continuidade à grandiosa obra de amparo aos mais pobres, que nos deixou. Contudo, tudo foi muito difícil, porque encontrou muita resistência de ordens conservadoras. Aliás, foi inclusive vítima de um covarde atentado enquanto rezava na capela. Mas saiu ileso e humildemente perdoou seu agressor.
Chegou o ano 1576 e com ele a peste. Milão foi duramente assolada e mais de cem padres pagaram com a própria vida as lágrimas que enxugaram de casa em casa. Um dos mais ativos era Carlos Borromeu. Visitava os contaminados, levando-lhes o sacramento e consolo sem limites nem precauções, num trabalho incansável que lhe consumiu as energias. Chegou a flagelar-se em procissões públicas, pedindo perdão a Deus em nome de seu povo.
Até que um dia foi apanhado finalmente pela febre, que minou seu organismo lentamente. Morreu anos depois se dizendo feliz por ter seguido os ensinamentos de Cristo e poder se encontrar com ele de coração puro. Tinha apenas quarenta e seis anos de idade, quando isso aconteceu no dia 04 de novembro de 1584, na sua sede episcopal, na Itália. O Papa Paulo V o canonizou no ano 1610 e designou a festa em homenagem à memória de Santo Carlos Borromeu, para o dia de sua morte [1].
Bento XVI a ele referindo-se [2] afirmou: “Sua figura destaca-se no século XVI como modelo de pastor exemplar pela caridade, doutrina, zelo apostólico e sobretudo, pela oração.Dedicou-se por completo à Igreja ambrosiana: a visitou três vezes; convocou seis sínodos provinciais e onze diocesanos; fundou seminários para formar uma nova geração de sacerdotes; construiu hospitais e destinou as riquezas de família ao serviço dos pobres; defendeu os direitos da Igreja contra os poderosos; renovou a vida religiosa e instituiu uma nova Congregação de sacerdotes seculares, os Oblatos. (...) Seu lema consistia em uma só palavra: “Humilitas”. A humildade o imipulsionou, como o Senhor Jesus, a renunciar a si mesmo para fazer-se servo de todos”.
[1] http:/www.cot.org.br/igreja/santo.php?id=417
[2] Angelus – 4 de novembro de 2007