Os Mistérios da Fé, pelo Pe. João Clá Dias

Por que Lumen Veritatis?
O Pe. João S. Clá Dias, E.P. explica de forma acessível
os mistérios da nossa Fé.

Todos os domingos, às 16:00 hs. No Estado de São Paulo, na TV Digital da Telefônica (em português). Em todo o território nacional o programa pode ser visto no site http://www.ewtn.com/ (em espanhol).

Lumen Veritatis está disponível no site da TV Arautos

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Relíquias de Santa Teresinha do Menino Jesus

Os fiéis da arquidiocese de Guayaquil, na costa equatoriana, receberam calorosamente as relíquias de Santa Teresinha do Menino Jesus, que estão recorrendo nesses dias o Equador. O principal motivo desta visita é a realização do Congresso Latino-americano de Missões que será inaugurado no próximo dia 17 de agosto em Quito.

Como se sabe, Santa Teresinha do Menino Jesus, nascida na França – também conhecida como Lisieux –, no século XIX, e morreu com apenas 24 anos, é a patrona universal das missões, havendo sido “monja” de clausura na Ordem das Carmelitas Descalças. Não obstante, a jovem carmelita francesa, ofereceu sua vida e sofrimentos, com os ardentes desejos de ser missionária. Em seus escritos “História de uma Alma”, considerados verdadeiros tratados de espiritualidade, enfatiza sua insistentes orações pelos missionários, em especial pelos sacerdotes destinados as zonas de grandes riscos.

Monsenhor Antonio Arregui, arcebispo da cidade, declara que “é de maior interesse do episcopado eucarístico que as relíquias visitem todas as províncias do Equador. Nesta peregrinação também estão incluídos os distantes Arquipélago de Colombo”.

Acompanha as relíquias de Santa Teresinha, durante seu caminho pela arquidiocese de Guayaquil, uma delegação dos Arautos do Evangelho.

São Josemaria Escrivá

Josemaría Escrivá nasceu em Barbastro (Huesca, Espanha) no dia 9 de Janeiro de 1902. Os pais chamavam-se José e Dolores que deram aos filhos uma profunda educação cristã.

Em 1915 faliu o negócio do pai, que era um industrial de tecidos, e ele teve de mudar-se para Logronho, onde encontrou outro trabalho. Nessa cidade, Josemaría apercebe-se da sua vocação pela primeira vez: depois de ver na neve umas pegadas dos pés descalços de um frade, intui que Deus deseja qualquer coisa dele, embora não saiba exatamente o que é. Pensa que poderá descobri-lo mais facilmente se fizer sacerdote e começa a preparar-se para tanto, primeiro em Logronho, e mais tarde no seminário de Saragoça. Estuda Direito como aluno voluntário. O pai morre em 1924, e ele fica como chefe de família. Recebe a ordenação sacerdotal em 28 de Março de 1925 e começa a exercer o seu ministério numa paróquia rural e, depois, em Saragoça.
Em 1927 muda-se para Madrid, com autorização do seu bispo, com o objetivo de se doutorar em Direito. Aí, no dia 2 de Outubro de 1928, no decorrer de um retiro espiritual, vê aquilo que Deus lhe pede e funda o Opus Dei. Desde então começa a trabalhar na fundação, ao mesmo tempo que continua exercendo o ministério sacerdotal, especialmente entre pobres e doentes. Além disso, estuda na Universidade de Madrid e dá aulas para manter a família.

Quando rebenta a guerra civil encontra-se em Madrid, e a perseguição religiosa obriga-o a refugiar-se em diversos lugares. Exerce o ministério sacerdotal clandestinamente, até que consegue sair de Madrid. Depois de ter atravessado os Pirenéus, fixa residência em Burgos.

Acabada a guerra, em 1939, regressa a Madrid e obtém o doutoramento em Direito. Nos anos que se seguem dirige numerosos retiros para leigos, para sacerdotes e para religiosos.

Em 1946 fixa residência em Roma. Faz o doutoramento em Teologia pela Universidade Lateranense. É nomeado consultor de duas Congregações da Cúria Romana, membro honorário da Academia Pontifícia de Teologia e prelado honorário de Sua Santidade. De Roma desloca-se, em numerosas ocasiões, a diversos países da Europa - e em 1970 ao México -, a fim de impulsionar o estabelecimento e consolidação do Opus Dei nessas regiões. Com o mesmo objetivo, em 1974 e em 1975, realiza duas longas viagens pela América Central e do Sul, onde, além disso, tem reuniões de catequese com grupos numerosos de pessoas.

A Santa Missa era a raiz e o centro da sua vida interior. O sentido profundo da sua filiação divina, vivido numa contínua presença de Deus Uno e Trino, levava-o a procurar em tudo a mais completa identificação com Jesus Cristo, a uma devoção terna e forte a Nossa Senhora e a S. José, a um trato habitual e confiado com os Santos Anjos da Guarda e a ser um semeador de paz e de alegria por todos os caminhos da terra.

Mons. Escrivá oferecera a sua vida, repetidas vezes, pela Igreja e pelo Romano Pontífice. O Senhor acolheu esta oferta e Mons. Escrivá entregou santamente a alma a Deus, em Roma, no dia 26 de Junho de 1975, no seu quarto de trabalho.

São João Batista

Com muita alegria, a Igreja, solenemente, celebra o nascimento de São João Batista que, ao lado da Virgem Maria, são os únicos em que a liturgia lembra o seu aniversário natalício. São João Batista nasceu seis meses antes de Jesus Cristo, seu primo, e foi um anjo quem revelou o seu nome ao pai Zacarias, que há muitos anos rezava com sua esposa para terem um filho.

Estudiosos mostram que possivelmente depois de idade adequada, João teria participado da vida monástica de uma comunidade rigorista que na beira do Rio Jordão ou Mar Morto viviam em profunda penitência e oração. Pode-se concluir isso a partir do texto de Mateus: "João usava uma vestimenta de pêlos de camelo e um cinto de couro em volta dos rins. Alimentava-se de gafanhotos e mel silvestre." (Mt. 3, 4)

O que tornou este santo tão importante para a história do Cristianismo é que, além de ser o último profeta a anunciar o Messias, foi ele quem preparou o caminho do Senhor através de suas pregações que chamavam à mudança de vida e batismo de penitência (por isto Batista). Como nos ensinam as Sagradas Escrituras: "Eu vos batizo com água, em sinal de penitência, mas aquele que virá depois de mim é mais poderoso do que eu e nem sou digno de carregar seus calçados. Ele vos batizará no Espírito Santo e em fogo." (Mt. 3, 11). Os Evangelhos nos revelam a inauguração da Missão Salvífica de Jesus, a partir do Batismo recebido pelas mãos do precursor João e manifestação da Trindade Santa.

São João, ao reconhecer e apresentar Jesus como o Cristo, continuou sua missão em sentido descendente, a fim de que somente o Cristo aparecesse. Grande anunciador do Reino e denunciador dos pecados, ele foi preso por não concordar com as atitudes pecaminosas de Herodes, e acabou decapitado devido o ódio de Herodíades, mas morreu na santidade, no ano de 28, e reconhecimento do próprio Cristo: "Em verdade vos digo: entre os filhos das mulheres, não surgiu outro maior que João Batista." (Mt 11,11).

Notas Musicais

Sabe-se que foi a partir das sílabas iniciais dos versos da primeira estrofe do hino litúrgico em honra de São João Batista, que se formaram os nomes das notas musicais:

Ut queant laxis (UT foi substituído por DÓ)

Ressonare fibris

Mira gestorum

Famuli tuorum,

Solve polluti

Labii reatum,

Sancte Johanes.
(as iniciais de São João - S e J formam o SI, pois no latim o jota lê-se I - Iohanes).

Você vai permitir isso?

Você não ficaria profundamente entristecido se tirassem à Virgem Mãe Aparecida o título de Padroeira do Brasil?

É claro que sim! Nossa Senhora Aparecida está no coração de todos os brasileiros. É a Ela que recorremos nas horas de dificuldade e a Ela dirigimos nosso reconhecimento nos momentos de alegria.

Seria, mesmo, uma grande ingratidão para com a Mãe de Deus que o Brasil deixasse de tê-la como Mãe e Padroeira. Não é verdade que até nos sentiríamos órfãos? Mas é o que está a ponto de acontecer, se você não atuar com rapidez.

Um projeto de lei (n. 2623/2007), de autoria do deputado Victorio Galli, que está tramitando na Câmara de Deputados, vai retirar a Nossa Senhora Aparecida o afetuoso título de Padroeira do Brasil, do qual todos nós nos orgulhamos.
Você vai permitir que isso aconteça?

Temos de defender a Padroeira do Brasil!
É preciso enviar, quanto antes, milhões de mensagens à Câmara de Deputados pedindo que esse infeliz projeto de lei não seja aprovado, por ofender a Mãe de Deus e ferir a fundo os sentimentos religiosos dos brasileiros.
Para fazer chegar sua mensagem à Câmara dos Deputados, basta clicar abaixo, no lugar indicado, e escrever seu nome e endereço de e-mail. Será enviado, imediatamente, um e-mail ao relator do projeto, deputado Atila Lira, manifestando seu desejo de que Nossa Senhora Aparecida continue sendo a Padroeira do Brasil.

Ajude a ampliar esta iniciativa enviando esta página a todos os seus amigos e conhecidos.

III Aniversário da primeira ordenação presbiteral de Arautos do Evangelho

A celebração da Santa Missa, presidida pelo Pe. João Clá Dias, marcou o terceiro aniversário da primeira ordenação sacerdotal de Arautos do Evangelho: em 15 de junho de 2005 quinze membros dessa associação de fiéis de direito pontifício foram ordenados. Participaram do ato litúrgico cinco presbíteros do grupo inicial, estando os outros dez em missões evangelizadoras que desenvolvem em outros países.


Na homilia o Pe. João Clá enfatizou as graças dadas a Deus por esse inestimável presente da Providência Divina: um ramo sacerdotal nas fileiras dos Arautos do Evangelho, podendo assim atender à aspiração emanada do Divino Mestre: vendo Jesus as multidões, compadeceu-se delas, porque estavam cansadas e abatidas, como ovelhas que não têm pastor; então disse a seus discípulos: a messe é grande, mas os trabalhadores são poucos; pedi, pois, ao dono da messe, que envie trabalhadores para a sua colheita.

O Pe. João Clá fez também um especial pedido à Providência, através da Santíssima Virgem: que abençoe esta obra com numerosas vocações, jovens que se comprometam a cumprir a missão sacerdotal de levar a Boa Nova aos povos, que tenham compaixão das multidões de nossos dias que estão cansadas e abatidas à espera do anúncio do Evangelho.
Veja o vídeo na TV Arautos

Entrevista com Dom Odilo P. Scherer, recém nomeado membro da Congregação para o Clero

O Cardeal Arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Pedro Scherer, foi recentemente nomeado, pelo Papa Bento XVI, membro da Congregação para o Clero. E concedeu, nessa ocasião, uma entrevista exclusiva à TV Arautos. Esta arquidiocese, que conta com cerca de 6 milhões de católicos, é uma das maiores do mundo, exigindo de seus pastores um grande dinamismo e um profundo espírito eclesial.
TV Arautos (TVA): O Cardeal Arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Pedro Scherer foi nomeado pelo Vaticano como membro da Congregação para o Clero. Dom Odilo, o que representa participar desta comissão?
Dom Odilo Pedro Scherer: Os Cardeais participam de uma ou de mais comissões, conselhos ou congregações da Cúria Romana. A Cúria Romana é aquele grande organismo de assessoria, de serviço para a missão do Papa, de colaboradores, que são diretamente as pessoas que trabalham para o Papa. E, claro, cada congregação, cada comissão da Cúria Romana é formada por muitos membros que não estão em Roma, mas que de vez em quando são chamados para alguma reunião, para participar da discussão de algum tema. A minha nomeação para a Congregação para o Clero exatamente significa isso: como membro da Congregação para o Clero, de vez em quando, eu serei chamado a participar de alguma reunião, das reuniões plenárias da Congregação, onde se discute uma série de assuntos para serem depois submetidos à decisão do Papa.

TVA: Efetivamente no Brasil, o senhor vai atuar de alguma maneira, como será este trabalho?
Dom Odilo: Não. Isso não tem repercussão direta no meu trabalho, no Brasil. Eu continuo normalmente Arcebispo de São Paulo. Meu trabalho é como Arcebispo de São Paulo, sem responsabilidade sobre o clero, no Brasil, de modo geral. Eu sou responsável pelo clero da Arquidiocese de São Paulo, assim como cada Arcebispo, ou Bispo, é responsável pelo clero de sua diocese.

TVA: O senhor estava em Brasília quando recebeu a notícia. Como foi?
Dom Odilo: De fato, a notícia foi publicada durante a reunião do Conselho Permanente, em Brasília. Mas eu já tinha recebido, através da Nunciatura Apostólica, alguns dias antes, esta comunicação. Ela, então passou a ser pública no momento em que a CNBB publicou.

TVA: Fazendo um resumo da vida do senhor neste último ano, aconteceu muita coisa. O senhor nomeado Arcebispo, depois Cardeal e agora representante da Congregação para o Clero...
Dom Odilo: Sim, em um ano aconteceram muitas coisas. Foi um ano muito cheio de novidades, de trabalhos, mas é assim a vida. Como Arcebispo de São Paulo, a gente também é carregado por toda a situação da cidade de São Paulo, que é uma cidade imensa, uma cidade importante. E, por isso mesmo, a minha nomeação para a Arquidiocese de São Paulo naturalmente é o motivo, digamos assim, de todos estes outros envolvimentos que vão chegando, porque São Paulo é importante.
A Arquidiocese de São Paulo é uma Arquidiocese expressiva, e é claro, a gente vai sendo envolvido neste movimento todo. São Paulo recebeu a visita do Papa e, eu tive que acolher o Papa, logo após a minha posse. São Paulo comemorou 100 anos de existência de uma Arquidiocese e tivemos que tomar as iniciativas junto com os outros Bispos Auxiliares e, naturalmente, toda a comunidade católica de São Paulo. E assim por diante.
Agora, temos o ano de São Paulo, o Ano Paulino que será aberto no dia 29 de junho, para nós, aqui em São Paulo. E vamos ter uma programação bonita, também, uma proposta interessante para toda a Arquidiocese de São Paulo que quer honrar o Ano Paulino, já que o Apóstolo São Paulo agora também é patrono da Diocese. Então, sim, um ano muito movimentado, mas porque São Paulo é dinâmica, e a cidade é movimentada e queremos que a Igreja de São Paulo acompanhe a vida da cidade.
TVA: E cresça junto?
Dom Odilo: Cresça junto, possa estar presente, possa atuar na vida da cidade de São Paulo. E, naturalmente, como Igreja, poder fazer a presença, o testemunho de Igreja, testemunho de Deus presente junto do povo de São Paulo e anunciar a todos, justamente, que Deus habita esta cidade, quer bem o povo de São Paulo.

TVA: Nós tivemos uma prova disso na missa da Arquidiocese no Pacaembú?
Dom Odilo: Foi uma manifestação muito bonita, na celebração de conclusão do ano centenário, no dia 8 de junho passado. Foi uma manifestação de grande fé, de grande unidade, da Igreja em São Paulo. E também de esperança, de alegria do povo que se manifestou, que esteve presente, do clero que esteve presente, dos religiosos e religiosas que também acompanharam. Momento bonito e importante na vida da Arquidiocese.
Assista ao vídeo desta entrevista na TV Arautos

Professor do Instituto Filosófico Aristotélico Tomista dos Arautos do Evangelho é nomeado bispo

[Padre Antônio Carlos foi nomeado] o novo bispo de Frederico Westphalen [...].
Ordenado em junho de 1977, Padre Antônio Carlos, 55, cursou filosofia no Seminário Santo Cura d’Ars e Teologia na Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção, em São Paulo.
Exerceu as funções de vigário paroquial no Santuário Nossa Senhora da Penha, em São Paulo; membro nomeado pela CNBB para a Comissão bilateral Anglicana-Católica Romana e professor no Instituto São Boaventura, na diocese de Santo Amaro.
Atualmente, além de pároco de Santo Antônio do Limão, na Região Episcopal Santana, em São Paulo, padre Carlos é diretor espiritual no Seminário Santo Cura d’Ars da Arquidiocese de São Paulo; professor no Seminário Arquidiocesano Propedêutico e no Instituto Filosófico Aristotélico Tomista dos Arautos do Evangelho.
Fonte: Rádio Vaticano

Celebração no Pacaembu reúne 30 mil nos 100 anos da arquidiocese de São Paulo

São Paulo, 09/06/2008 - Num evento que reuniu ontem no Estádio do Pacaembu 30 mil pessoas, o núncio apostólico no Brasil, Dom Lorenzo Baldisseri presidiu, em nome do papa, a missa para comemorar os 100 anos da arquidiocese de São Paulo. O Centenário tem como tema: "Arquidiocese de São Paulo, 1908-2008: 100 anos a serviço do Evangelho" e o lema: "Deus habita esta cidade".
Participaram da cerimônia o cardeal-arcebispo da cidade, Odilo Pedro Scherer; o arcebispo de Aparecida e presidente do Conselho Episcopal Latino Americano (CELAM), Dom Raimundo Damasceno Assis; o primaz do Brasil, Card. Geraldo Majella Agnelo; o secretário-geral da CNBB, Dom Dimas Lara Barbosa; além de bispos das várias regiões episcopais e cerca de 500 padres, dos 800 da arquidiocese de São Paulo.
A celebração reuniu também grandes nomes da música católica, como o Padre Zezinho, o Padre Antônio Maria e a Ir. Míria Kolling.
Ao final da celebração, uma carreata saiu do Estádio do Pacaembu seguindo a imagem de São Paulo, levada em um carro de bombeiros que percorreu as ruas da cidade até a Catedral da Sé, onde foi entronizada. As comemorações chegaram ao fim com a benção aos fiéis que acompanharam o cortejo.
Para o bispo auxiliar de São Paulo, Dom Pedro Luiz Stringhini, "com esta festa, a Igreja quer reafirmar a sua presença nesta cidade e contribuir para que São Paulo seja sempre mais humana e possa superar as discórdias e diferenças". (CM/BF)
Rádio Vaticano.




Fotos: Vinicius F. Afonso

Veja ao vídeo da celebração na TV Arautos