
Monsenhor João Clá Dias é nomeado cônego da Basílica Papal de Sta. Maria Maior
Roma, 14 de setembro de 2008 – Hoje de manhã, Mons. João Scognamiglio Clá Dias, EP, fundador e presidente-geral de Arautos do Evangelho, associação internacional de fiéis de direito pontifício, foi admitido no Cabido Liberiano da Basílica Papal de Santa Maria Maior.Mons. João Clá Dias, EP, foi criado cônego honorário da referida Basílica Papal, por Bula do Papa Bento XVI, tendo sido admitido perante o Cabido, presidido pelo arciprestre, o Emmo. Cardeal Francis Bernard Law, numa solene cerimônia realizada às 9:00 na Capela Sforza. Em seguida, procedeu-se à Celebração Eucarística, no altar papal, presidida pelo Emmo. Cardeal Law e concelebrada por Mons. João Clá, pelos membros do Cabido Liberiano e numerosos sacerdotes. Os fiéis lotaram completamente a grandiosa Basílica para assistir à celebração da Eucaristia.
A origem do Cabido Liberiano remonta ao século XII, contando atualmente com 31 Cônegos, 7 dos quais são honorários. Por tratar-se de uma Basílica Papal, os membros do Cabido são criados pelo Sumo Pontífice, sendo-lhes conferida a dignidade de Protonotários Apostólicos supranumerários.Santa Maria Maior é uma das quatro basílicas papais de Roma, junto com a de São Pedro, São João de Latrão e São Paulo Extramuros. A construção iniciou-se no ano de 360, por iniciativa do Papa Libério, mas quem lhe deu um impulso decisivo foi o Papa Sixto III, no século V, pouco depois de ter sido definido o dogma da Maternidade Divina da Santíssima Virgem, no Concílio de Efeso.
Nesta histórica e belíssima basílica, encontram-se expostas à veneração dos fiéis algumas das mais veneráveis relíquias da Cristandade: as tábuas da Manjedoura do Presépio, em que repousou Jesus Menino na noite de Natal.
Uma das interessantes características de Sta. Maria Maior é a de ter o campanário mais alto de Roma, com cerca de 75 m de altura.
Nossa Senhora das Dores

1 - A profecia de Simeão
2 - A fuga para o Egito
3 - Jesus encontrado no templo
4 - Maria se encontra com Jesus na via dolorosa
5 - Jesus morre na cruz.
6 - Abertura do coração de Jesus pela lança e descimento da cruz
7 - Jesus é colocado no sepulcro.
Fonte: http://www.cot.org.br/igreja/
A profecia de Simeão
e para ressurreição de muitos de Israel, e como
alvo a que atirará a contradição.
E uma espada traspassará tua alma”. (Lc. 2,34)
A fuga para o Egito
A profecia de Simeão começou a cumprir-se logo. Jesus apenas nascido, já é cercado pela morte. Para salvá-lo, Maria deve ir para um exílio longínquo, para o Egito, por caminhos desconhecidos, cheios de perigos. No Egito a Sagrada Família passou perto sete longos anos como estranha, desconhecida, sem recursos, sem parentes. “A viagem de volta para a Terra Santa apresentou-se mais penosa ainda, porque o Menino Jesus já era tão crescido que, levá-lo ao colo, difícil tarefa devia ser, e fazer a pé o grande trajeto parecia acima de suas forças” (São Boaventura)
Jesus encontrado no templo
“Há quem diga que toda esta dor não só foi maior
de todas que Maria sofreu na sua vida,
mas que foi também de todas a mais acerba”.
Nos outros seus sofrimentos tinha ela Jesus em sua companhia; mas agora via-se longe dele, sem saber onde ele se achava. Das outras dores Maria conhecia perfeitamente a razão e o fim, isto é, a redenção do mundo, a vontade divina; mas nesta dor não podia ela atinar com o motivo de Jesus estar longe de sua Mãe. Quem sabe se sua mente não se torturava com pensamentos como este: não o servi como devia, cometi alguma falta, alguma negligência, que motivasse dele se retirar de mim? Certo é que não pode haver pena maior para uma alma que tem amor a Deus, senão o temor de o ter desgostado. Realmente, em nenhuma outra dor, que nós saibamos, Maria se lamentou, queixando-se amorosamente com Jesus, depois de o ter achado:
“Filho, porque fizeste assim conosco?
Olha que teu pai e eu te buscávamos aflitos”
(Santo Afonso)
Maria se encontra com Jesus na via dolorosa
Jesus morre na cruz
Abertura do coração de Jesus pela lança e descimento da cruz
Jesus é colocado no sepulcro
“Eis que já o levam para sepultá-lo. Já se põe em movimento o doloroso préstito. Os discípulos levam o corpo de Jesus sobre os ombros. Os Anjos do céu o acompanham. As santas mulheres seguem e, no meio delas, a Mãe. Querem que ela mesma acomode o corpo sacrossanto de Jesus no sepulcro, precisando por a pedra para fechar o sepulcro, os discípulos precisam dirigir-se à SS. Virgem, e lhe dizer: “Agora é hora de vos despedir, Senhora; deixai que fechemos o sepulcro. Muni-vos de paciência! Olhai-o pela última vez e despedi-vos de vosso filho”. Moveram a pedra e colocaram-na no seu lugar, fechando com ela o santo sepulcro. Maria, dando um último adeus ao Filho e à sepultura, volta para casa” (Santo Afonso). “Voltou tão triste a aflita e pobre Mãe, que todos a viam, dela se compadeciam e choravam” (São Bernardo) Só no nosso coração não haverá lágrimas para Maria? Não choramos nós, que somos a causa de tantas dores? Ah! Se nos faltam lágrimas de sentimento dos nossos olhos sensíveis, choremos pelo menos lágrimas de penitência, expressão ainda do firme propósito, de não mais cometermos pecado algum. Foram os nossos pecados que levaram à morte o nosso Irmão primogênito, e transpassaram o coração dulcíssimo de Maria, Mãe de Jesus e nossa Mãe.






